educação pela paz!

Em 1º de setembro de 1980 foi fundada a Casa Escola Montessoriana Pequeno Trabalhador - PETRA, inspirada nos preceitos de ética e liberdade na Educação Infantil.

Nossa proposta pedagógica baseia-se na essência do pensamento do educador Paulo Freire: Direitos Humanos, Educação e Democracia,

e no sistema criado pela Dra. Maria Montessori.

"o conhecimento se estabelece na criança como um sistema complexo de ideias, construído ativamente pela própria criança durante uma série de processos psíquicos que representam uma formação interna,um crescimento psíquico"

Maria montessori

proposta pedagógica

nosso Espaço

Estamos equipados com recursos que atendem a diversas áreas de ensino, acessíveis inclusive para crianças mais novas.

Em dois prédios interligados, o Petra trabalha com alunos de zero a seis anos nos horários da manhã, tarde e integral.

NOSSOS PROFESSORES

Trabalhamos para que a nossa prática esteja em constante aperfeiçoamento, pois educar é como viver.

O professor montessoriano tem como meta a evolução ativa contínua. Nosso Corpo Docente é constituído de profissionais na área de Educação com formação universitária e pós-graduação. 

Formamos em 2018 a primeira turma em nível nacional de especialistas "Latu Sensu: e em Educação Infantil credenciada pela Associação Brasileira de Educação Montessoriana (ABEM) e pela Faculdade Santo Agostinho.

nutrição

Desenvolvemos mensalmente um novo cardápio variado e nutritivo, onde buscamos diversificar sabores e texturas para auxiliar na criação de bons hábitos alimentares nas crianças

desde cedo. 

exemplo de um cardápio semanal oferecido pela escola

horários

Oferecemos diferentes horários para que melhor se encaixe na sua rotina familiar.

Nossa história

Desde 1980  acalentamos o sonho de ver surgir uma nova sociedade protagonizada por um homem comprometido, capaz de admirar e transformar o mundo em que vive. Ao transformar o mundo, sentir-se transformado pela própria criação. Um ser histórico engajado com a atuação e a reflexão.

Em 01/9/1980, o Petra surge inspirado por ideias de liberdade e ética, com um modo de ser e entender a prática educativa através do enfoque centrado na capacidade de atuar, operar e transformar a realidade visando o bem-estar social. Os anos de existência do Petra foram marcados por macro transformações. Neste cenário em movimento, a atual educação, hoje conhecida como pós-moderna nos faz unificar o novo no velho e caminhar para frente, construindo uma educação voltada para equidade (a busca da igualdade sem eliminar as diferenças). Afinamos-nos com o enfoque sociointeracionista, onde o aluno é um sujeito social, criador e recriador de cultura, ou seja, ele se transforma pelos valores culturais do seu ambiente e, ao mesmo tempo, é transformado por este próprio ambiente. Portanto, o conhecimento é fruto das interações sociais que se estabelecem pela mediação dos signos culturais construídos na coletividade. A escola deixa de ser um espaço no qual sujeitos interagem com o objeto do conhecimento e torna-se o lugar onde interlocutores se encontram para interpretar o mundo. Buscamos uma prática pedagógica que se re-faça constantemente na práxis, pois educar é como viver, exige a consciência do inacabado. Para Paulo Freire, a educação é ideológica, mas dialogante e atentiva, para que se possa estabelecer a autêntica comunicação da aprendizagem, entre gente com alma, sentimentos e emoções, desejos e sonhos.

 

O compromisso assumido pelo corpo docente não pode ser um ato passivo, mas com a práxis - ação e reflexão sobre a realidade. Compromisso este só válido quando pleno de humanismo, e este, por sua vez, só é consequente quando fundamentado cientificamente. O objetivo da nossa práxis é uma radical transferência da atividade que antes existia no professor, e que é confiada, em sua maior parte, à criança. A educação é compartilhada pelo professor e os objetos do conhecimento. O conjunto de objetos estabelece um auxílio para a criança que escolhe, serve-se dos objetos e exercita-se com eles, segundo suas próprias tendências e necessidades, conforme o impulso do seu interesse. Tornam-se os objetos "meios de desenvolvimento". "É todo esse conjunto e não só o ensinamento do professor o fator principal: e como é a criança que o manipula, deverá ser esta, e não o professor, a entidade ativa" Maria Montessori. Porém, tem o professor inúmeras incumbências difíceis: sua cooperação não deve ser excluída, mas há de ser prudente, delicada e uniforme. Ele é o facilitador que permite um trabalho ativo e contínuo da criança.